Cronograma do Rally dos Namorados:
O Rally dos Namorados é uma realização da TV Tocantins com a coordenação técnica do Trail Clube Goiano e supervisão da Federação Goiana de Automobilismo.
Evento: Rally de Regularidade ‘Rally dos Namorados’
Data : 12 de Junho de 2010
Local da largada: Uni Evangélica - Anápolis/GO
Neutralizado/Almoço: Salto de Corumbá – BR 414/Corumbá/GO
Chegada/Festa de Premiação: Estância Park Hotel – Anápolis/GO
Categorias: Graduados, 4x4 , 4x2 e convidados.
Cronometragem: Totem Rastro GPS
Roteiro: Anápolis, Abadiânia Velha, Corumbá, Pirenópolis e Anápolis.
Informações:
Trail Clube Goiano(Goiânia): 62 3233 3403 / 8409 2876 (Calmon Junior) - www.tcgrally.com.br
TV Tocantins (Anápolis): 62 3902 6600 , (62)3902-6606 // 9225-1890 (Sheylla Machado) 9995-2604 (Alisson Barbosa)
http://twitter.com/rally_namorados
Cotril Motors (Concessionária Mitsubishi-Anápolis)– (62) 3902 3902
Inscrições:
A partir do dia 24/05/2010
Vagas limitadas em 60 ou 220 pessoas inscritas.
O valor da inscrição será de R$ 80,00 por pessoa participante.
Goiânia e interior: Trail Clube Goiano – pelo site www.tcgrally.com.br
Anápolis e região: Cotril Motors (Concessionária Mitsubishi)– Avenida Brasil Sul nº 3898 – Anápolis/GO – (62) 3902 3902
Inscrições :
Instruções para Inscrição via fax: Clique aqui, preencha a ficha utilizando o Excel e imprima. Efetue o deposito bancário para Banco Bradesco S/A em nome de Vale e Passos Ltda .Ag. 2241-1 CC 30012-8 –Cnpj.: 08.802.398/0001-91 Envie junto com o comprovante de depósito para o fax: 62 3233-3403.
Adesivagem:
A Cotril Motors convida todos para tomar um café da manhã , ganhar um brinde especial no dia 05 de Junho(sábado) das 08 às 14 h e realizarmos a adesivagem oficial do Rally dos Namorados.
Local: Cotril Motors (Concessionária Mitsubishi)– Avenida Brasil Sul nº 3898 – Anápolis/GO – (62) 3902 3902
• Após esta data, será realizado em horário comercial na Cotril Motors (Anápolis)somente nos dias 10 e 11 de Junho.
*Atenção ! Será realizada a adesivagem em Goiânia em local e data a ser definido.
Congresso técnico/ Festa de Lançamento / Entrega das planilhas e camisetas / Aula de Navegação:
* Fundamental a presença de todos.
Data: 11 de Junho (sexta feira) a partir das 19:30 h
Local: Cotril Motors (Concessionária Mitsubishi)– Avenida Brasil Sul nº 3898 – Anápolis/GO
Largada/café da manhã/vistoria:
Dia 12 de Junho na Uni Evangélica - Anápolis/GO
Neutralizado/Almoço:
Salto de Corumbá – BR 414/Corumbá/GO
*somente para os participantes
Chegada/Festa de Premiação:
Estância Park Hotel – Anápolis/GO
O Regulamento Geral está disponível no site ( www.tcgrally.com.br ), segue abaixo dicas importantes do Regulamento:
* 2.3 -Obrigatoriamente, cada veículo deverá ser ocupado por 02 pessoas, piloto e navegador, sendo obrigatório que seja um Homem e uma Mulher. Opcionalmente poderão inscrever-se até 02 auxiliares ( poderá ser homem ou mulher) nas equipes que competirem com veículos 4x2 e até 03 auxiliares nas equipes que competirem com veículos 4x4 ou 4x2 com cabine dupla.
* 7.2 - Aos concorrentes será permitido a fixação de publicidade de seus patrocinadores particulares, o local definido é a parte traseira, pára-choque traseiro e teto do veículo. sendo terminantemente proibida a formação de equipes de patrocinadores particulares, sendo o número máximo autorizado pela organização de 02 carros.
O Rally dos Namorados tem o Patrocínio Uni Evangélica, Café Rancheiro e Apoio da Prefeitura Municipal de Anápolis, Prefeitura Municipal de Corumbá de Goiás, Floresta Supermercado, Cotril Motors, Salto Corumbá Camping Clube Hotel, Estância Park Hotel,Promove Comunicação e Locguel. O apoio técnico é da Polícia Militar do Estado de Goiás , LABRE – Liga brasileira de Radio Amador e Corporação dos Bombeiros.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Dicas para a sua vida
Texto retirado do site http://www.igf.com.br/aprende/dicas/dicasResp.aspx?dica_Id=4745
‘Emprestar’ nome para fazer compras pode ser mau negócio
Boa parte das dívidas que atualmente estão sendo cobradas no Brasil não é de responsabilidade de quem fica com o bem, mas de terceiros, que emprestam seus nomes a parentes e amigos para obter crédito ou realizar compras a prazo. Os amigos e parentes não estão pagando as dívidas e quem emprestou o nome está indo para o cadastro de devedores do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, ou seja, está ficando com o nome sujo na praça.
Essa constatação foi feita pelo especialista em finanças pessoais Rafael Paschoarelli após estudo sobre a inadimplência nas lojas de varejo. No estudo, ele não chegou a apontar o tamanho da inadimplência atribuída a terceiros, mas pôde notar que é grande o número de brasileiros que não são culpados pelas dívidas que contraíram.
Segundo a Serasa, existem milhões de inadimplentes no Brasil.
De acordo com a coordenadora do SPC em Bauru, Sônia de Oliveira, não é especificado nesse cadastro se a dívida é do próprio devedor ou de terceiros. Mas segundo o coordenador do Procon na cidade, Amauri Roma, a prática tem se tornado bastante comum, assim como o registro do nome de “inocentes” nos cadastros do SPC e Serasa.
Ele lembra que, nesses casos, o Procon não tem como ajudar. A recomendação, segundo ele, é nunca emprestar o nome, mesmo que o solicitante seja amigo íntimo ou parente próximo. “Se a pessoa diz ‘não’, ela corre o risco de perder o amigo. Mas se ela diz sim, corre o risco de perder o amigo e também o dinheiro”, alerta ele.
Roma conta que já ficou sabendo de mãe que usou o nome da filha para financiar uma compra e não pagou a dívida. O nome da filha foi parar no SPC. Segundo ele, quando isso ocorre não há muito o que fazer. É preciso pagar a dívida para ter o nome limpo novamente.
O que fazer
O primeiro passo é procurar o verdadeiro devedor para que ele pague a dívida, mas nem sempre isso resolve o problema. Se o amigo ou parente não tem dinheiro, quem emprestou o nome terá de arcar com o prejuízo e ainda será obrigado a correr atrás da empresa para a qual está devendo e tentar um parcelamento da dívida. É a única forma de livrar o nome dos registros do SPC ou Serasa.
Foi o que aconteceu com a recepcionista Michele, 22 anos, que pediu para não ter o nome completo divulgado. Ela aceitou fazer um empréstimo em seu nome para a mãe do então namorado. A mulher, que estava com o “nome sujo” na praça, pagou as duas primeiras parcelas (algo em torno de 1 salário mínimo) e não conseguiu pagar as restantes.
O nome da devedora foi mandado para o SPC e Michele descobriu isso da pior maneira possível. “Um dia eu fui parcelar a compra de um sapato e uma funcionária da loja me chamou em um canto e disse que não poderia fazer o parcelamento porque meu crédito estava com restrição”, recorda ela. “Foi muito constrangedor.”
A recepcionista diz que procurou a mãe do ex-namorado, mas ela alegou que não tinha dinheiro para pagar o restante das parcelas. “Passei mais de duas semanas correndo atrás de limpar meu nome. Usava meu horário de almoço para resolver esse problema”, relata. Hoje, Michele diz que não empresta o nome para mais ninguém. “Só se for para o meu pai ou minha mãe”, pondera. “Não é por falta de confiança nas outras pessoas, mas por medo”, justifica.
Para evitar todo esse transtorno, Paschoarelli é taxativo. “A dica é não emprestar o nome. É muito arriscado. Para quem não pagou uma vez, o que perde se não pagar de novo? Qual a crise de consciência que ele vai ter?”, indaga.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Algumas Palavras Soltas....
Navegando por aí me deparei com um texto bastante interessante sobre a palavra de um homem, como era antigamente e como é atualmente. Veja
"HOMEM DE PALAVRA
Antigamente, e põe antigamente nisso, o homem tinha um misto de caráter com vergonha na cara. Quando ele prometia algo, bastava assinar o documento com um fio de seu bigode, e pronto! Estava firmado o tratado. Não voltava atrás e nem descumpria o dito compromisso, pois sua honra estava em jogo! Quando alguém queria comprar alguma mercadoria no açougue, na padaria ou na vendinha da esquina, bastava a tão famosa “caderneta” ser preenchida com o valor dos gastos, que, ao findar-se o mês, a mesma já ficava zerada, pronta para ser usada no mês seguinte.
Pagamento em prestações? Nunca atrasava por ninguém, e se isso viesse a acontecer era porque “forças ocultas” não permitiram o pagamento em dia. Essas “forças ocultas” derivavam-se de doenças na família, acidentes de grande monta ou mesmo morte. Contudo, apesar de acontecimentos de difícil superação, a família jamais ignorava resolver os acordos das mensalidades.
O cumprimento da palavra ou obrigação era firmado inclusive por crianças, em virtude de, nesse tempo, há algumas décadas, elas não faltarem à escola e fazerem, religiosamente, a tarefa (ou dever de casa), formulada por suas professoras, as quais, muitas jamais foram chamadas “tias”, mas respeitosamente “Dona Fulana”.
Nessa ocasião, não existia celular para que os pais monitorassem os filhos. Hoje? Desconfiança? Talvez! O certo é que, antigamente, bastava o filho ou a filha dizer onde estava e, de pronto, seus genitores absorviam a certeza de encontrá-los, caso fosse preciso. Porque ai daquele que ludibriasse os pais!... Dessa maneira, as crianças aprendiam garantir sua palavra como algo imutável.
Assim, mesmo na adolescência, muitas meninas já adquiriam responsabilidades de esposa, casando-se de branco, como indicação de estar quites com a promessa de sua palavra a seus pais, e igualmente a certeza de intocabilidade para seu marido, o qual firmava, com sua palavra, eterna fidelidade a ela, para todo sempre.
Áureos tempos! Parece até filme de ficção!
Entretanto, vivemos num mundo globalizado, decorrente das informações mil, sendo necessários calhamaços de papéis para garantia de somente um único documento. Documentos válidos hoje são totalmente revogados amanhã. A palavra não tem mais um pingo de valor. Não adianta mais assinar o cheque, “pois o sem-vergonha não paga!”
“Nome no Serasa? E daí? Só para manter o nome orgulhosamente limpo?!” Contudo, “garanto minha palavra na presença da pelada no fim de semana!”. “Agiota, comigo? Leva “preju”. Eu sei que agiotagem é contra a lei...”
Se meu amigo emprestar “algum” pra mim, já em seguida entra ele na fila dos inimigos, pois sempre lhe irei dizer:
- DEVO, NÃO NEGO! PAGO QUANDO PUDER!
Esta é a máxima do “nó cego”, porquanto, para ele, PODER NÃO É QUERER!
"Mas... se alguém ficar devendo pra mim... Pego no pé dele feito oficial de justiça."
Tudo isso são palavras não generalizadas. A MAIORIA dos homens de mal (antônimo dos homens de bem), felizmente, é MINORIA.
Tais carrapatos da sociedade ainda têm a coragem e a cara-de-pau de afirmar que são “homens de garantias”, ao explanar:
“Quando digo que NÃO pago, COMO SOU HOMEM DE PALAVRA, NÃO pago mesmo!”
“Não recebeu? Cobre do Dirceu!
Se ele não te pagar, muito menos serei eu!”
Roberval
Publicado no Recanto das Letras em 07/03/2008
Código do texto: T890840
fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/890840
Atualmente é tudo assim mesmo!
"HOMEM DE PALAVRA
Antigamente, e põe antigamente nisso, o homem tinha um misto de caráter com vergonha na cara. Quando ele prometia algo, bastava assinar o documento com um fio de seu bigode, e pronto! Estava firmado o tratado. Não voltava atrás e nem descumpria o dito compromisso, pois sua honra estava em jogo! Quando alguém queria comprar alguma mercadoria no açougue, na padaria ou na vendinha da esquina, bastava a tão famosa “caderneta” ser preenchida com o valor dos gastos, que, ao findar-se o mês, a mesma já ficava zerada, pronta para ser usada no mês seguinte.
Pagamento em prestações? Nunca atrasava por ninguém, e se isso viesse a acontecer era porque “forças ocultas” não permitiram o pagamento em dia. Essas “forças ocultas” derivavam-se de doenças na família, acidentes de grande monta ou mesmo morte. Contudo, apesar de acontecimentos de difícil superação, a família jamais ignorava resolver os acordos das mensalidades.
O cumprimento da palavra ou obrigação era firmado inclusive por crianças, em virtude de, nesse tempo, há algumas décadas, elas não faltarem à escola e fazerem, religiosamente, a tarefa (ou dever de casa), formulada por suas professoras, as quais, muitas jamais foram chamadas “tias”, mas respeitosamente “Dona Fulana”.
Nessa ocasião, não existia celular para que os pais monitorassem os filhos. Hoje? Desconfiança? Talvez! O certo é que, antigamente, bastava o filho ou a filha dizer onde estava e, de pronto, seus genitores absorviam a certeza de encontrá-los, caso fosse preciso. Porque ai daquele que ludibriasse os pais!... Dessa maneira, as crianças aprendiam garantir sua palavra como algo imutável.
Assim, mesmo na adolescência, muitas meninas já adquiriam responsabilidades de esposa, casando-se de branco, como indicação de estar quites com a promessa de sua palavra a seus pais, e igualmente a certeza de intocabilidade para seu marido, o qual firmava, com sua palavra, eterna fidelidade a ela, para todo sempre.
Áureos tempos! Parece até filme de ficção!
Entretanto, vivemos num mundo globalizado, decorrente das informações mil, sendo necessários calhamaços de papéis para garantia de somente um único documento. Documentos válidos hoje são totalmente revogados amanhã. A palavra não tem mais um pingo de valor. Não adianta mais assinar o cheque, “pois o sem-vergonha não paga!”
“Nome no Serasa? E daí? Só para manter o nome orgulhosamente limpo?!” Contudo, “garanto minha palavra na presença da pelada no fim de semana!”. “Agiota, comigo? Leva “preju”. Eu sei que agiotagem é contra a lei...”
Se meu amigo emprestar “algum” pra mim, já em seguida entra ele na fila dos inimigos, pois sempre lhe irei dizer:
- DEVO, NÃO NEGO! PAGO QUANDO PUDER!
Esta é a máxima do “nó cego”, porquanto, para ele, PODER NÃO É QUERER!
"Mas... se alguém ficar devendo pra mim... Pego no pé dele feito oficial de justiça."
Tudo isso são palavras não generalizadas. A MAIORIA dos homens de mal (antônimo dos homens de bem), felizmente, é MINORIA.
Tais carrapatos da sociedade ainda têm a coragem e a cara-de-pau de afirmar que são “homens de garantias”, ao explanar:
“Quando digo que NÃO pago, COMO SOU HOMEM DE PALAVRA, NÃO pago mesmo!”
“Não recebeu? Cobre do Dirceu!
Se ele não te pagar, muito menos serei eu!”
Roberval
Publicado no Recanto das Letras em 07/03/2008
Código do texto: T890840
fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/cronicas/890840
Atualmente é tudo assim mesmo!
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